terça-feira, 13 de agosto de 2019
domingo, 2 de novembro de 2014
LIÇÃO 001
O que
é Física? É a ciência que estuda do que é feito e como funciona o Universo. A Física estuda os fenômenos naturais relacionados
com a mecânica, termologia, acústica, óptica, eletricidade e física moderna. Estuda
as leis que regem os fenômenos naturais suscetíveis de serem examinados pela
observação experimentação, procurando enquadrá-los em esquemas lógicos.
FÍSICA EM GOTAS
O Física em gotas é um parte do blog que faz uma revisão de todo curso de Física do Ensino Médio em pequenas lições. Vale a pena conferir.
terça-feira, 22 de julho de 2014
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Tipos de Energia e suas Transformações
Você
já imaginou sua vida sem o computador, sem carro, avião, som,
televisão, geladeira, sem poder conservar os alimentos, sem tomar um
banho quente, sem máquinas fotográficas para recordar os bons momentos,
sem fogos de artifícios para comemorar algo ou quem sabe sem uma boa
comida cozida?
E aí, não seria fácil. Todas essas boas invenções não seriam possíveis, se o homem não tivesse descoberto a energia.
Uma dessas descobertas e muito importante foi a do fogo. Foi graças a ele que homem primitivo conseguiu afugentar animais nocivos, se aquecer, assar seus alimentos, já que vivia principalmente da caça e da pesca; de cozer barros, luz e também fundir metais.
Uma dessas descobertas e muito importante foi a do fogo. Foi graças a ele que homem primitivo conseguiu afugentar animais nocivos, se aquecer, assar seus alimentos, já que vivia principalmente da caça e da pesca; de cozer barros, luz e também fundir metais.
Energia
é um sistema que permite realizar trabalho. Com ela pode-se modificar a
matéria, anular ou provocar movimentos e causar sensações.
Hoje se conhece várias formas de energia: elétrica, térmica, potencial, cinética, mecânica, nuclear, eólica, química, solar e outras.
A
energia elétrica representa a diferença de potencial elétrico entre
dois pontos, à interação entre eles chama-se corrente elétrica. A energia solar
é a energia que é captada do sol na forma de calor ou de luz. Já a
energia potencial refere-se a diferença de potencial, como a queda de um
corpo. A energia cinética está ligada diretamente ao movimento de um
corpo. A energia térmica é representada na forma de calor. Já a energia
mecânica é a soma das energias cinética e potencial. A energia nuclear é
a energia liberada numa reação química, bem como a energia química que é
envolvida entre as ligações químicas entre os átomos. E temos também a
energia eólica que é a energia gerada pela força do vento.
Essas formas de energia podem ser convertidas uma nas outras:
Energia elétrica em térmica: quando usamos o chuveiro elétrico, água é aquecida, ou quando usamos o ferro elétrico ou no uso de aquecedores.
Energia elétrica em luminosa: quando acendemos uma lâmpada ou quem sabe a luz que está sendo refletida aí na tela do seu computador;
Energia química em mecânica: esta transformação é vista quando corremos ou andamos ou qualquer contração muscular;
Energia química em elétrica:
acontece quando por exemplo acionamos a bateria de uma carro, ou o que
acontece com o peixe poraquê (Electrophorus electricus), este peixe pode
emitir até 200 volts de energia elétrica.
Energia química em luminosa: essa conversão é vista em alguns peixes de águas profundas, algas e nos vaga-lumes.
![]() |
| hidrelétrica de Itaipu |
Energia cinética em elétrica: na queda d’água a energia faz girar as turbinas nas usinas hidrelétricas.
Energia solar em elétrica: é o que acontece através de placas, células fotovoltaicas, que captam essa energia transformando-a em eletricidade.
Percebemos
que a energia nas mais diversas formas, está presente em nosso
dia-a-dia, e é toda esta variedade de energia que nos possibilita
aproveitarmos a vida de uma maneira mais diversificada. E viva a
energia!
FONTE: http://www.marquecomx.com.br/2010/12/o-que-seria-do-homem-sem-energia-e-suas.html
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
terça-feira, 6 de novembro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Leis de Ohm
V = R.i
Onde: • V é a diferença de potencial, cuja unidade é o Volts (V);
• i é a corrente elétrica, cuja unidade é o Àmpere (A);
• R é a resistência elétrica, cuja unidade é o Ohm (Ω).
É importante destacar que essa lei nem sempre é válida, ou seja, ela não
se aplica a todos os resistores, pois depende do material que constitui
o resistor. Quando ela é obedecida, o resistor é dito resistor ôhmico ou linear.
A expressão matemática descrita por Simon vale para todos os tipos de
condutores, tanto para aqueles que obedecem quanto para os que não
obedecem a lei de Ohm. Fica claro que o condutor que se submete a esta
lei terá sempre o mesmo valor de resistência, não importando o valor da
voltagem. E o condutor que não obedece, terá valores de resistência
diferentes para cada valor de voltagem aplicada sobre ele.
Como mostramos em outro artigo, a corrente elétrica consiste no movimento ordenado de elétrons é formada quando há uma diferença de potencial (ddp) em um fio condutor. E esse movimento no condutor fica sujeito a uma oposição que é conhecida como resistência elétrica.
No inicio do século 19, o físico alemão Georg Simon Ohm (1787-1854) descobriu duas leis que determinam a resistência elétrica dos condutores. Essas leis, em alguns casos, também valem para os semicondutores e os isolantes.
Com o circuito montado e funcionando, fazemos as medições de tensão e corrente através dos aparelhos instalados. Agora imagine que a diferença de potencial da pilha seja dobrada (podemos fazer isso ligando uma segunda pilha em série com a primeira). Como resultado dessa alteração, o voltímetro marcará o dobro da tensão anterior, e o amperímetro marcará o dobro de corrente elétrica. Se triplicarmos a diferença de potencial, triplicaremos a corrente elétrica. Isso quer dizer que a razão entre a diferença de potencial e a corrente elétrica tem um valor constante. Essa constante é simbolizada pela letra R.
Se colocarmos a corrente elétrica (i) em evidência, podemos observar que, quanto maior o valor de R, menor será a corrente elétrica. Essa constante mostra a resistência que o material oferece à passagem de corrente elétrica.
A primeira lei de Ohm estabelece que a razão entre a diferença de potencial e a corrente elétrica em um condutor é igual a resistência elétrica desse condutor. Vale salientar que a explicação foi desenvolvida tendo como base um condutor de resistência constante. É por isso que condutores desse tipo são chmados de condutores ôhmicos.
A unidade de resistência elétrica no Sistema Internacional está exposta no quadro a seguir.
A figura apresenta a segunda lei de Ohm, onde L representa o comprimento do condutor e A é a área de sua secção reta. Essa equação mostra que se aumentarmos o comprimento do fio, aumentaremos a resistência elétrica, e que o aumento da área resultará na diminuição da resistência elétrica.
O
é a resistividade do condutor, que depende do material de que ele é feito e da sua temperatura.
Como mostramos em outro artigo, a corrente elétrica consiste no movimento ordenado de elétrons é formada quando há uma diferença de potencial (ddp) em um fio condutor. E esse movimento no condutor fica sujeito a uma oposição que é conhecida como resistência elétrica.
No inicio do século 19, o físico alemão Georg Simon Ohm (1787-1854) descobriu duas leis que determinam a resistência elétrica dos condutores. Essas leis, em alguns casos, também valem para os semicondutores e os isolantes.
A primeira lei de Ohm
Considere um fio feito de material condutor. As extremidades desse fio, são ligadas aos pólos de uma pilha, como mostra a figura abaixo. Desse modo, a pilha estabelece uma diferença de potencial no fio condutor e, conseqüentemente, uma corrente elétrica. Para se determinar o valor da corrente elétrica, coloca-se em série no circuito um amperímetro e, em paralelo, um voltímetro que permititrá a leitura da tensão. A montagem do circuito está ilustrada na figura abaixo:Com o circuito montado e funcionando, fazemos as medições de tensão e corrente através dos aparelhos instalados. Agora imagine que a diferença de potencial da pilha seja dobrada (podemos fazer isso ligando uma segunda pilha em série com a primeira). Como resultado dessa alteração, o voltímetro marcará o dobro da tensão anterior, e o amperímetro marcará o dobro de corrente elétrica. Se triplicarmos a diferença de potencial, triplicaremos a corrente elétrica. Isso quer dizer que a razão entre a diferença de potencial e a corrente elétrica tem um valor constante. Essa constante é simbolizada pela letra R.
Se colocarmos a corrente elétrica (i) em evidência, podemos observar que, quanto maior o valor de R, menor será a corrente elétrica. Essa constante mostra a resistência que o material oferece à passagem de corrente elétrica.
A primeira lei de Ohm estabelece que a razão entre a diferença de potencial e a corrente elétrica em um condutor é igual a resistência elétrica desse condutor. Vale salientar que a explicação foi desenvolvida tendo como base um condutor de resistência constante. É por isso que condutores desse tipo são chmados de condutores ôhmicos.
A unidade de resistência elétrica no Sistema Internacional está exposta no quadro a seguir.
A segunda lei de Ohm
A primeira lei de Ohm nos apresentou uma nova grandeza física, a resistência elétrica. A segunda lei de Ohm nos dirá de que fatores influenciam a resistência elétrica. De acordo com a segunda lei, a resistência depende da geometria do condutor (espessura e comprimento) e do material de que ele é feito. A resistência é diretamente proporcional ao comprimento do condutor e inversamente proporcional a área de secção (a espessura do condutor). Observe a figura abaixo.A figura apresenta a segunda lei de Ohm, onde L representa o comprimento do condutor e A é a área de sua secção reta. Essa equação mostra que se aumentarmos o comprimento do fio, aumentaremos a resistência elétrica, e que o aumento da área resultará na diminuição da resistência elétrica.
O
FONTES PESQUISADAS:
http://www.infoescola.com/fisica/leis-de-ohm/
http://www.infoescola.com/fisica/leis-de-ohm/
http://www.infoescola.com/fisica/primeira-lei-de-ohm/
As trocas de calor
Atividade para ser realizada com base na página 69 e 68 do seu livro de Física 2.
As trocas de calor acontecem
diariamente e a todo instante entre os corpos e objetos que fazem parte do
universo. Mas o que vem a ser calor? A definição de calor pode ser dada da
seguinte forma:
Calor é energia térmica em trânsito que flui de um corpo para outro em decorrência da diferença de temperatura dos mesmos.
O calor pode ser transferido de um corpo para outro por meio de três diferentes formas que são: condução, convecção e irradiação. A condução surge do contato entre os materiais com diferença de temperatura. A convecção acontece com os fluidos em geral e ocorre em razão das diferenças de densidade das partes envolvidas. Por último, temos a irradiação. Esse é o tipo de propagação do calor que, ao contrário das outras duas mencionadas anteriormente, não necessita de um meio material para que aconteça, ou seja, pode acontecer no vácuo. É dessa forma que todos os dias o Sol aquece a Terra.
O calor tem grande importância em nossas vidas e muitas vezes é necessário medir a quantidade que é trocado entre os corpos. Para quantificar o calor trocado entre estes, bem como outras grandezas térmicas, utiliza-se um aparelho denominado calorímetro. Esse equipamento é constituído por um recipiente interno que, por sua vez, é envolvido por outro recipiente externo totalmente fechado e de paredes isolantes. Com essa construção reduzem-se ao máximo as perdas de calor para o meio ambiente.
Quando dois ou mais corpos de temperaturas diferentes são colocados em seu interior, acontecem trocas de calor entre os mesmos até que alcancem o equilíbrio térmico. É por meio dessa igualdade de temperaturas que podemos determinar, por exemplo, a capacidade térmica e o calor específico das substâncias em questão.
Calor é energia térmica em trânsito que flui de um corpo para outro em decorrência da diferença de temperatura dos mesmos.
O calor pode ser transferido de um corpo para outro por meio de três diferentes formas que são: condução, convecção e irradiação. A condução surge do contato entre os materiais com diferença de temperatura. A convecção acontece com os fluidos em geral e ocorre em razão das diferenças de densidade das partes envolvidas. Por último, temos a irradiação. Esse é o tipo de propagação do calor que, ao contrário das outras duas mencionadas anteriormente, não necessita de um meio material para que aconteça, ou seja, pode acontecer no vácuo. É dessa forma que todos os dias o Sol aquece a Terra.
O calor tem grande importância em nossas vidas e muitas vezes é necessário medir a quantidade que é trocado entre os corpos. Para quantificar o calor trocado entre estes, bem como outras grandezas térmicas, utiliza-se um aparelho denominado calorímetro. Esse equipamento é constituído por um recipiente interno que, por sua vez, é envolvido por outro recipiente externo totalmente fechado e de paredes isolantes. Com essa construção reduzem-se ao máximo as perdas de calor para o meio ambiente.
Quando dois ou mais corpos de temperaturas diferentes são colocados em seu interior, acontecem trocas de calor entre os mesmos até que alcancem o equilíbrio térmico. É por meio dessa igualdade de temperaturas que podemos determinar, por exemplo, a capacidade térmica e o calor específico das substâncias em questão.
Revisando....
Quando são colocados em contato dois ou mais corpos que se encontram em
diferentes temperaturas, observa-se que, após um certo intervalo de
tempo, todos atingem uma temperatura intermediária entre as temperaturas
iniciais. Durante esse processo, ocorre uma transferência de energia
térmica dos corpos de maior temperatura para os de menor temperatura.
Essa energia térmica em trânsito denomina-se calor.
Caloria (cal) é a quantidade de calor necessária para aumentar a temperatura de 1g de água de 14,5°C a 15,5°C,sob pressão normal.
No SI, a unidade de quantidade de calor é o joule (J)
A relação entre a caloria e o joule é:
1cal = 4,186J
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:
O princípio de trocas de calor possui mesmo módulo,
porém apresenta sinais contrários, ou seja, o corpo que recebe calor é
positivo e o corpo que cede (perde) calor é negativo.
A representação matemática para esse fato é:
Q A = - QB
Ou:
Q A + QB = 0
Onde:
QA = quantidade de calor recebida
-QB = quantidade de calor perdido
Capacidade térmica
É a quantidade de calor que um corpo necessita receber ou ceder para que sua temperatura varie uma unidade.
Então, pode-se expressar esta relação por:
Sua unidade usual é cal/°C.
A capacidade térmica de 1g de água é de 1cal/°C já que seu calor específico é 1cal/g.°C.
FONTES PESQUISADAS:A representação matemática para esse fato é:
Q A = - QB
Ou:
Q A + QB = 0
Onde:
QA = quantidade de calor recebida
-QB = quantidade de calor perdido
Capacidade térmica
É a quantidade de calor que um corpo necessita receber ou ceder para que sua temperatura varie uma unidade.
Então, pode-se expressar esta relação por:
Sua unidade usual é cal/°C.
A capacidade térmica de 1g de água é de 1cal/°C já que seu calor específico é 1cal/g.°C.
http://www.colegioweb.com.br/fisica/calorimetria-estudo-das-trocas-de-calor.html
http://www.sofisica.com.br/conteudos/Termologia/Calorimetria/trocas.php
http://www.mundoeducacao.com.br/fisica/trocas-calor.htm
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