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terça-feira, 22 de julho de 2014
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Leis de Ohm
V = R.i
Onde: • V é a diferença de potencial, cuja unidade é o Volts (V);
• i é a corrente elétrica, cuja unidade é o Àmpere (A);
• R é a resistência elétrica, cuja unidade é o Ohm (Ω).
É importante destacar que essa lei nem sempre é válida, ou seja, ela não
se aplica a todos os resistores, pois depende do material que constitui
o resistor. Quando ela é obedecida, o resistor é dito resistor ôhmico ou linear.
A expressão matemática descrita por Simon vale para todos os tipos de
condutores, tanto para aqueles que obedecem quanto para os que não
obedecem a lei de Ohm. Fica claro que o condutor que se submete a esta
lei terá sempre o mesmo valor de resistência, não importando o valor da
voltagem. E o condutor que não obedece, terá valores de resistência
diferentes para cada valor de voltagem aplicada sobre ele.
Como mostramos em outro artigo, a corrente elétrica consiste no movimento ordenado de elétrons é formada quando há uma diferença de potencial (ddp) em um fio condutor. E esse movimento no condutor fica sujeito a uma oposição que é conhecida como resistência elétrica.
No inicio do século 19, o físico alemão Georg Simon Ohm (1787-1854) descobriu duas leis que determinam a resistência elétrica dos condutores. Essas leis, em alguns casos, também valem para os semicondutores e os isolantes.
Com o circuito montado e funcionando, fazemos as medições de tensão e corrente através dos aparelhos instalados. Agora imagine que a diferença de potencial da pilha seja dobrada (podemos fazer isso ligando uma segunda pilha em série com a primeira). Como resultado dessa alteração, o voltímetro marcará o dobro da tensão anterior, e o amperímetro marcará o dobro de corrente elétrica. Se triplicarmos a diferença de potencial, triplicaremos a corrente elétrica. Isso quer dizer que a razão entre a diferença de potencial e a corrente elétrica tem um valor constante. Essa constante é simbolizada pela letra R.
Se colocarmos a corrente elétrica (i) em evidência, podemos observar que, quanto maior o valor de R, menor será a corrente elétrica. Essa constante mostra a resistência que o material oferece à passagem de corrente elétrica.
A primeira lei de Ohm estabelece que a razão entre a diferença de potencial e a corrente elétrica em um condutor é igual a resistência elétrica desse condutor. Vale salientar que a explicação foi desenvolvida tendo como base um condutor de resistência constante. É por isso que condutores desse tipo são chmados de condutores ôhmicos.
A unidade de resistência elétrica no Sistema Internacional está exposta no quadro a seguir.
A figura apresenta a segunda lei de Ohm, onde L representa o comprimento do condutor e A é a área de sua secção reta. Essa equação mostra que se aumentarmos o comprimento do fio, aumentaremos a resistência elétrica, e que o aumento da área resultará na diminuição da resistência elétrica.
O
é a resistividade do condutor, que depende do material de que ele é feito e da sua temperatura.
Como mostramos em outro artigo, a corrente elétrica consiste no movimento ordenado de elétrons é formada quando há uma diferença de potencial (ddp) em um fio condutor. E esse movimento no condutor fica sujeito a uma oposição que é conhecida como resistência elétrica.
No inicio do século 19, o físico alemão Georg Simon Ohm (1787-1854) descobriu duas leis que determinam a resistência elétrica dos condutores. Essas leis, em alguns casos, também valem para os semicondutores e os isolantes.
A primeira lei de Ohm
Considere um fio feito de material condutor. As extremidades desse fio, são ligadas aos pólos de uma pilha, como mostra a figura abaixo. Desse modo, a pilha estabelece uma diferença de potencial no fio condutor e, conseqüentemente, uma corrente elétrica. Para se determinar o valor da corrente elétrica, coloca-se em série no circuito um amperímetro e, em paralelo, um voltímetro que permititrá a leitura da tensão. A montagem do circuito está ilustrada na figura abaixo:Com o circuito montado e funcionando, fazemos as medições de tensão e corrente através dos aparelhos instalados. Agora imagine que a diferença de potencial da pilha seja dobrada (podemos fazer isso ligando uma segunda pilha em série com a primeira). Como resultado dessa alteração, o voltímetro marcará o dobro da tensão anterior, e o amperímetro marcará o dobro de corrente elétrica. Se triplicarmos a diferença de potencial, triplicaremos a corrente elétrica. Isso quer dizer que a razão entre a diferença de potencial e a corrente elétrica tem um valor constante. Essa constante é simbolizada pela letra R.
Se colocarmos a corrente elétrica (i) em evidência, podemos observar que, quanto maior o valor de R, menor será a corrente elétrica. Essa constante mostra a resistência que o material oferece à passagem de corrente elétrica.
A primeira lei de Ohm estabelece que a razão entre a diferença de potencial e a corrente elétrica em um condutor é igual a resistência elétrica desse condutor. Vale salientar que a explicação foi desenvolvida tendo como base um condutor de resistência constante. É por isso que condutores desse tipo são chmados de condutores ôhmicos.
A unidade de resistência elétrica no Sistema Internacional está exposta no quadro a seguir.
A segunda lei de Ohm
A primeira lei de Ohm nos apresentou uma nova grandeza física, a resistência elétrica. A segunda lei de Ohm nos dirá de que fatores influenciam a resistência elétrica. De acordo com a segunda lei, a resistência depende da geometria do condutor (espessura e comprimento) e do material de que ele é feito. A resistência é diretamente proporcional ao comprimento do condutor e inversamente proporcional a área de secção (a espessura do condutor). Observe a figura abaixo.A figura apresenta a segunda lei de Ohm, onde L representa o comprimento do condutor e A é a área de sua secção reta. Essa equação mostra que se aumentarmos o comprimento do fio, aumentaremos a resistência elétrica, e que o aumento da área resultará na diminuição da resistência elétrica.
O
FONTES PESQUISADAS:
http://www.infoescola.com/fisica/leis-de-ohm/
http://www.infoescola.com/fisica/leis-de-ohm/
http://www.infoescola.com/fisica/primeira-lei-de-ohm/
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Efeito Joule
“Deixa eu passar se não eu esquento”

O que é o efeito Joule?
A corrente elétrica é resultado de movimentação de ânions, cátions ou
elétrons livres, como já vimos. Ao existir corrente elétrica as
partículas que estão em movimento acabam colidindo (chocando) com as
outras partes do condutor que se encontra em repouso, causando uma
excitação que por sua vez irá gerar um efeito de aquecimento. A este
efeito dá-se o nome efeito Joule. Resumindo, efeito Joule é a conversão, ou seja, transformação de energia elétrica em energia térmica.
Quem ainda não entendeu...
Os elétrons sofrem colisões com átomos do condutor, parte da energia
cinética (energia de movimento) do elétron é transferida para o átomo
aumentando seu estado de agitação, consequentemente sua temperatura.
Assim, a energia elétrica é transformada em energia térmica (calor).
Por que o nome efeito Joule?
Este fenômeno é conhecido como Efeito Joule, em homenagem ao Físico Britânico James Prescott Joule (1818-1889).
Efeito Joule serve mesmo para quê?
A descoberta da relação entre eletricidade e calor trouxe ao homem
vários benefícios. Muitos aparelhos que utilizamos no nosso dia-a-dia
têm seus funcionamentos baseados no Efeito Joule, alguns exemplos são:
Lâmpada: um filamento de tungstênio no interior da
lâmpada é aquecido com a passagem da corrente elétrica tornando-se
incandescente, emitindo luz. A lâmpada de filamento incandescente
funciona graças ao efeito Joule, o filamento com a passagem da corrente
elétrica se aquece e libera energia em forma de luz e em forma de calor.
Chuveiro: um resistor aquece por Efeito Joule a água que o envolve.
São vários os aparelhos que possuem resistores e trabalham por Efeito Joule, como por exemplo, o secador de cabelo, a prancha alisadora, o forno elétrico o ferro elétrico e a torradeira.
Efeito Joule e os fusíveis:
Na construção de fusíveis o efeito joule também é aplicado. Fusíveis
são dispositivos constituídos por um filamento metálico de baixo ponto
de fusão. Dessa forma, quando a corrente elétrica que passa pelo fusível
ultrapassa um determinado valor, o calor que é originado pelo efeito
joule provoca a fusão do filamento, interrompendo a corrente elétrica.
Eles são utilizados como limitadores de corrente elétrica que passa em
um circuito elétrico. São encontrados em veículos automotivos,
residências, aparelhos elétricos, etc.

EXPERIÊNCIA!
Pode-se fazer uma simples demonstração do Efeito Joule utilizando para
isto, três pilhas grandes, um pouco de palha de aço (Bom Bril) e dois
fios flexíveis.
Coloque as três pilhas em série e conecte uma extremidade de cada fio
nas extremidades da série de pilhas. Coloque a palha de aço em um local
onde não possa ocorrer a propagação de chamas (em algum piso não
inflamável). Encoste as duas extremidades dos fios na palha de aço,
fechando o circuito e estabelecendo a passagem da corrente elétrica.
Esta corrente elétrica aquece os fios de palha por Efeito Joule e, por
serem muito finos, tornam-se incandescentes e pegam fogo.
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